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27/11/2022

REGRAS PARA EVENTOS NÁUTICOS EM GERAL

REFENO  - fonte: site do Ministério do Turismo

CAPÍTULO 1 - NORMAM03

REGATAS, COMPETIÇÕES, PASSEIOS, EXIBIÇÕES E COMEMORAÇÕES PÚBLICAS

Os organizadores de regatas, competições, passeios, exibições e comemorações públicas deverão observar, no planejamento e programação dos eventos, dentre outras, as regras abaixo mencionadas, com o propósito de assegurar que esses eventos não interfiram na segurança da navegação e na salvaguarda da vida humana:

a) apresentar à CP/DL/AG com antecedência mínima de 15 (quinze) dias úteis, as informações constantes no anexo 1-D contendo os dados necessários sobre o evento que pretende realizar. A CP/DL/AG deverá se manifestar em até 5 (cinco) dias úteis após a solicitação, autorizando, solicitando revisões ou negando a realização do evento;

b) deverá ser planejada e definida a evacuação médica de acidentados, desde a sua retirada da água até a remoção para um local preestabelecido em terra; 

c) o responsável pelo evento deverá dispor de uma relação contendo o nome e número de inscrição de todas as embarcações participantes assim como de suas respectivas tripulações, visando possibilitar a eventual identificação de vítimas em caso de acidentes e verificações por parte das equipes de Inspeção Naval. No caso de comemorações públicas de grande envergadura, como procissões marítimas religiosas, caso não seja possível dispor de uma relação completa de embarcações, deverá ser informada a estimativa do total de embarcações;

d) se o evento interferir com o uso de praias, especialmente se realizado a menos de 200m (duzentos metros) da linha de base, ou se interferir com qualquer área utilizada por banhistas, as autoridades competentes deverão ser alertadas de modo a que possam ser tomadas as providências necessárias para garantir a integridade física dos frequentadores locais. Enquadra-se neste inciso o emprego de embarcações em apoio a esportes náuticos praticados na arrebentação das praias, como no caso do TOW-IN. Neste caso o Município, com a anuência do Agente da Autoridade Marítima, poderá autorizar o tráfego de embarcações a menos de duzentos metros da linha base em caráter excepcional;

e) conforme o número de embarcações e pessoas envolvidas, dimensões e condições da área de realização do evento, deverá ser provida uma ou mais embarcações para apoio ao evento, devendo esta(s) embarcação(ões) ser(em) responsável(is) pelo atendimento dos casos de emergência, visando assegurar a integridade física dos participantes;

f) as embarcações de apoio e segurança deverão ser guarnecidas por pessoal devidamente habilitado, podendo ainda ter a bordo dessas embarcações, profissionais não tripulantes com formação específica tais como: médicos, paramédicos, enfermeiros, salva-vidas, etc. Essas embarcações deverão ter classificação compatível com a área em que irão operar e capacidade para rebocar as embarcações apoiadas; 

g) as embarcações de apoio, deverão estar claramente identificadas com bandeiras ou adesivos com a palavra “APOIO”, possuir, pelo menos, duas boias circulares ou ferradura, com trinta metros de retinida, cabos de reboque sobressalentes, coletes salva-vidas suplementares, sinalizadores náuticos, equipamento de comunicações em VHF ou HF para contato com equipe de apoio em terra e outros recursos complementares julgados convenientes;

h) é de inteira responsabilidade do organizador a demarcação e sinalização de todo o percurso em que será realizado o evento. 

A participação de menores de dezoito anos em competições que envolvam embarcações motorizadas, ou não motorizadas, está condicionada à apresentação à organização do evento, de autorização formal, com firma reconhecida, dos pais, tutores ou responsáveis legais.

A realização de eventos náuticos ou passeios em grupo com motos aquáticas está condicionada ao cumprimento de requisitos previstos na NORMAM-34/DPC.

Nota: As Capitanias dos Portos e Fluviais, considerando as condições geográficas, meteorológicas e as especificidades locais das suas áreas de jurisdição, deverão avaliar a adequabilidade da permissão de tais eventos em suas NPCP/NPCF, efetuando as devidas alterações nas Normas sob sua responsabilidade.

Bons ventos.
Luiz Brites
instrução náutica

25/11/2022

AAMPESP - Associação dos Aquaviários, Marinheiros de Esporte e Recreio e Pescadores Artesanais do Estado de São Paulo

Logo Oficial AAMPESP


 Em 17/08/2022, um grupo de marinheiros profissionais de esporte e recreio, aquaviários e pescadores artesanais uniram-se e fundaram a Associação dos Aquaviários, Marinheiros de Esporte e Recreio e Pescadores Artesanais do Estado de São Paulo - AAMPESP.

O objetivo principal é atuar na formação, capacitação e aperfeiçoamento profissional dos associados.

A entidade é formada por representantes dos marítimos, náutica e pesca artesanal e presidida pelo Capitão Amador Aluísio Floriano Matos.

No caso, dos pescadores artesanais, a AAMPESP de antemão esclarece a quem possa interessar que não tem o objetivo de substituir e nem atuar como Colônia de Pesca, até porque há lei específica para essa categoria de aquaviários mas apenas como associação e adesão é voluntária na forma da Constituição Federal. 

O Plano Anual de Atividades para 2023, em breve será amplamente divulgado.

Interessados e maiores informações pelo whatsapp da AAMPESP (13) 97809-6306 ou mande um e-mail para aampesp17@gmail.com .

08/12/2019

Marinha do Brasil e Marinha Real Britânica assinam Acordo de Cooperação Técnica



Em 30 de novembro de 2019, durante a Reunião da Comissão Hidrográfica Regional da Meso América e Mar do Caribe (MACHC), em Cartagena das Índias, Colômbia, as Marinhas do Brasil e Reino Unido, respectivamente, representados pela Diretoria de Hidrografia e Navegação - DHN  e Serviço Hidrográfico do Reino Unido - UKHO, assinaram acordo bilateral com objetivo de ampliarem suas ações de serviços hidrográficos. Apesar disso, as duas Forças Navais, nesse sentido, já se auxiliam mutuamente, há dez anos.

Neste recente acordo, o ganho será ainda maior em:
- Intercâmbio de dados e documentos náuticos

- Conhecimento e Capacitação em Hidrografia e Cartografia Náutica
Ainda segundo a matéria da Diretoria de Portos e Costas, este histórico acordo internacional beneficiará o Brasil e demais países da América Latina que também se beneficiarão dos serviços prestados pela DHN, inclusive, no que tange as Cartas Eletrônicas porque envolve o Escritório Regional de Cartas Eletrônicas da América Latina - LA-RENC.



Nota: Este evento da MACHC é organizado pela IHO - International Hidrografic Organization (Organização Hidrográfica Internacional), fundada em 1921 e onde o Brasil é país membro com direito a voto.  

Logomarca da IHO

22/07/2018

FÓRUM NÁUTICO PAULISTA - MAPEAMENTO NÁUTICO

Capa do Mapeamento - Fórum Náutico Paulista



Acesse o Mapeamento completo copiando do link abaixo e colando-o no seu navegador:

https://drive.google.com/file/d/1_HA5rf3QPxdta3wUCKeQKbTi0XKKdw9l/view?usp=sharing
fonte: Fórum Náutico Paulista

Considerações sobre o Mapeamento do Fórum Náutico Paulista:

O mapeamento trazido pelo FNP reafirma o que todos os atores do setor náutico já sabiam há muito tempo. Entretanto, esse documento é de suma importância, na medida em que é um instrumento oficial e balizador à iniciativa privada, ao Governo do Estado e às prefeituras com interesse no setor.

Essa importante pesquisa também não surpreende os proprietários de embarcações de esporte e recreio no que se refere ao custo de uso e manutenção de suas embarcações, mas, deve no mínimo, provocar a seguinte questão:

Excesso de burocracia

Informações insuficientes

Garagens elitizadas

Insegurança

Formação náutica pública inexistente e formação particular de alto custo

Tributos extorsivos

Falta de incentivos fiscais à indústria e ao comércio náuticos

Falta de secretarias náuticas municipais

Serviços públicos náuticos ineficientes ou inexistentes

Falta de marinas públicas

Falta de segurança marítima nas águas jurisdicionais públicas

Ignorância e mediocridade por parte das prefeituras municipais

Legislação ambiental divorciada do turismo náutico

Falta de formação náutica pública

Etc. etc. etc. 



Bons ventos a todos.

LUIZ BRITES
instrução náutica


FÓRUM NÁUTICO PAULISTA

Foto/Divulgação: Reunião Fórum Náutico Paulista - FNP.

Nesta publicação vamos tratar do Fórum Náutico Paulista (FNP), uma entidade governamental criada dentro da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo.

O FNP foi instituído pelo Governador do Estado de São Paulo, por meio do Decreto nº 62.228, de 24/10/2016.

O FNP é ligado institucionalmente à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação e tem por objetivo apoiar, coordenar e fomentar as ações voltadas ao desenvolvimento da infraestrutura, indústria e turismo do setor náutico no Estado.

O FNP tem caráter consultivo e participativo dos representantes governamentais (estado e municípios de SP) e da sociedade civil organizada, principalmente, ligada ao setor náutico paulista. Portanto, suas deliberações são meramente sugestivas ao Governo, isto é, suas decisões não têm força de lei, no entanto, podem servir de base para leis, decretos, resoluções e atos administrativos que podem influenciar e refletir em todo Estado ou, em determinadas regiões e/ou setores da náutica.

O FNP tem as seguintes atribuições legais definidas no Decreto citado:

"Art. 2º O Fórum Náutico Paulista tem, entre outras pertinentes à sua destinação, as seguintes atribuições, de caráter consultivo:I - promover a participação de instituições públicas e privadas e demais agentes envolvidos no setor náutico do Estado, colaborando para a integração de suas políticas e ações;II - solicitar a cooperação e o assessoramento dos órgãos da Administração Direta e Indireta, nas esferas federal, estadual e municipal;III - contribuir com os diversos segmentos do setor náutico relacionados aos esportes, turismo, indústria e comércio, no acompanhamento e articulação das ações voltadas para a implementação das atividades do setor;IV - contribuir de forma participativa em programas, projetos e eventos do setor náutico;V - elaborar e coordenar a divulgação das potencialidades do setor náutico no Estado;VI - colaborar para o aprimoramento de políticas públicas para o setor náutico paulista;VII - realizar reuniões periódicas para discussão de temas de interesse comum, identificando prioridades, planejando e desenvolvendo ações conjuntas destinadas a implementar seus objetivos."

O FNP é formado por membros da:
  • Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (presidente nato);
  • Secretaria de Energia e Mineração;
  • Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude;
  • Secretaria de Logística e Transportes;
  • Secretaria de Meio Ambiente;
  • Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos;
  • Secretaria de Turismo;
  • sociedade civil. 
Os membros do Fórum Náutico Paulista, obviamente não possuem remuneração (todos são funcionários do Governo, ainda que por nomeação) e todos são designados pelo Governador do Estado, para um mandato de 2(dois) anos.

O FNP possui algumas câmaras temáticas compostas de até 9 (nove) membros, além de comissões que reúnem representantes dos diferentes setores de comunidades locais. Os resultados dos estudos desenvolvidos e as propostas elaboradas pelas Comissões e pelas Câmaras Temáticas serão apresentados ao Fórum Náutico Paulista, que deliberará sobre sua execução, contudo, sem força de lei. 

As normas de funcionamento do FNP e de seus sub-órgãos (Comissões e Câmaras Temáticas) estão definidas em regimento próprio.

fonte: ALESP - clique aqui p/ acessar o Decreto nº 62.228/16

Parabéns aos participantes do FNP e que de fato consigam alavancar a náutica paulista.

Bons ventos a todos.

LUIZ BRITES
instrução e consultoria náutica

20/09/2017

TRT 2º REGIÃO declara SINTAGRE o Legítimo Representante dos Marinheiros e Moços de Convés no Estado de São Paulo.



O Poder Judiciário, após dois anos, reconheceu por sentença o direito do SINTAGRE em representar Marinheiros e Moços de Convés no Estado de São Paulo.

Saiba tudo sobre este processo aqui.

Sentença na íntegra aqui.

Parabéns ao SINTAGRE e toda a Diretoria por mais esta importante conquista!





28/02/2017

A IMPORTÂNCIA DA REPRESENTATIVIDADE DO TRABALHADOR DO SETOR NÁUTICO BRASILEIRO.

A população brasileira de um modo geral, diz não se sentir representada pelo atual grupo político em suas três esferas de governo. Eu concordo.

Trazendo a discussão para o âmbito profissional, o cenário não é diferente, talvez, com algumas ressalvas.

Mas o assunto aqui, é a representatividade do trabalhador do setor náutico, sobretudo, do Marinheiro Profissional de Esporte e Recreio do Brasil (MPER).

Mas o que significa representatividade?
Segundo o "Google", representatividade pode significar duas coisas:

1. "qualidade de representativo;"

2. "a qualidade de alguém, de um partido, de um grupo ou de um sindicato, cujo embasamento na população faz que ele possa exprimir-se verdadeiramente em seu nome." fonte: Google.


E como está o cenário da representatividade do trabalhador do setor náutico brasileiro atualmente? 

Com todo o respeito aos que divergem, o cenário atual dessa representatividade, não é nem de longe, o pior. 

Veja, não estou me referindo à qualidade da representação, até porque, pra debater isso, seria necessário uma ampla pesquisa. Estou tratando do mapa quantitativo de entidades e da abrangência territorial dessa representação.

É temerário afirmar, mas o percentual de MPER e demais trabalhadores do setor náutico que não tem qualquer tipo de representação, certamente, passa dos 95%.

Para quem ainda tem alguma dúvida, vamos direto ao Raio-X.


RAIO-X DA REPRESENTATIVIDADE DO MARINHEIRO DE ESPORTE E RECREIO


O MPER do Brasil tem lei regulamentadora da sua profissão?
Não. A categoria luta desde 2003 e aguarda a aprovação, pela Câmara dos Deputados, do Texto Substitutivo apresentado em 2013, pelo Deputado Federal João Paulo Papa (PSDB/SP) aos PL 5812/13 e PL 6106/13;

O MPER do Brasil pode contar com representação sindical em toda a Costa Brasileira, de norte a sul do País? 
Não. Os sindicatos que atualmente trabalham os interesses da categoria são apenas 2:

1. SINTAGRE - Sindicato dos Trabalhadores Aquaviários de Guarujá e Região. Desde que foi fundado, o SINTAGRE sofre ações judiciais por parte de outros sindicatos que alegam defender os interesses da categoria, mas até onde se sabe, sequer, participaram do processo de reconhecimento da profissão de MPER por parte do Ministério do Trabalho e Emprego. É público e notório que foi a atual diretoria do SINTAGRE que conquistou o registro da CBO, colocando os MPER nas tábuas oficiais do MTE, na condição de profissionais de livre exercício (ocupação profissional reconhecida). 

2. SINDNÁUTICO: atua especificamente na defesa dos trabalhadores em marinas e similares no Estado do Rio de Janeiro.

ASSOCIAÇÕES DE CLASSE:

1. AMERB - Associação dos Marinheiros Profissionais de Esporte e Recreio do Estado da Bahia;

2. AMPERS - Associação dos Marinheiros Profissionais de Esporte do Sul (Estado de Santa Catarina).

3. AMERCV - Associação dos Marinheiros Profissionais de Esporte e Recreio da Costa Verde - Estado do Rio de Janeiro. 

4. AAMPESP - Associação dos Aquaviários, Marinheiros Profissionais de Esporte e Recreio e Pescadores Artesanais do Estado de São Paulo.

E só!


Logo, o quantitativo representativo precisa melhorar muito, pra ser considerado regular.

É bem verdade que já foi pior e continuaria não fosse o esforço de poucos, cuja luta pelo reconhecimento desta honrada profissão começou na década de 90, mas registros oficiais nos indicam que apenas em 2003, o Congresso Nacional Brasileiro ficou sabendo da existência dos MPER. 

Bom, quem se interessar por esta história de muita luta, clique aqui.

Certo mas, e o que tem do outro lado? 
Do outro bordo há, obviamente, os outros atores náuticos: 
- marinas;
- construtores de barcos;
- brokers;
- prestadores de serviços náuticos em geral
- donos de barcos.

Todos esses atores possuem em seus respectivos nichos de atuação profissional, entidades de classe, obviamente, muito mais fortes, pelo simples fato de que são eles os investidores do mundo náutico e, portanto, assumem o maior risco desse negócio. Mas, eles não são nem de longe os culpados pela atual crise náutica. Apenas participam do mercado náutico, assim como os MPER e demais trabalhadores do da marinha de esporte e recreio.

O problema é o atual cenário econômico que está passando o Brasil, pois a alta carga tributária, somada ao desemprego de mais 12 milhões de brasileiros e mais 12 milhões, com subempregos, só pioraram a economia brasileira.  

O resumo disso todos sabem, é ter uma engrenagem socioeconômica fraca, lenta, portanto, caótica. 

E neste rumo, a situação náutica brasileira fica ainda pior, principalmente, o setor da mão de obra, atingindo em cheio os MPER.

Para ter uma ideia, a campanha "Encontre o seu Barco" deflagrada há alguns meses, revelou centenas de MPER que se encontram desembarcados há mais de 2 anos. Isto é, 17.520 horas sem trabalho, sem expectativa, sem renda, sem consumo e isto, obviamente, reflete negativamente em todo o entorno náutico.

Nessa esteira, jogador que não joga em time forte, dificilmente, sequer empata o jogo.

E o que falta aos MPER? Maior representatividade, certamente.


associação náutica
Logo da 1ª Associação Náutica do Estado de São Paulo.


Mas, essa representatividade não é para brigar com os demais atores náuticos, e sim para conquistar direitos, os quais até hoje, são negados pelo estado brasileiro, por falta de lei regulamentadora da profissão do MPER do Brasil. 

Reforçar a representatividade é dar mais pulmão ao trabalho das atuais entidades que lá atrás iniciaram todo esse processo que hoje percorre as Comissões Permanentes na forma dos PL 5812/13 e 6106/13 no Congresso Nacional.

Daí a importância de cada MPER, ao menos, saber quem é o atual parlamentar que está cuidando da relatoria nas Comissões da Câmara por onde a tão esperada lei está tramitando.

Além disso, é importante que o trabalhador do setor náutico fique informado de tudo que está acontecendo no seu grupo profissional, associação, sindicato, bairro, cidade, estado, no País, no mundo!

Não se iludam, pois se o cenário atual não está ideal, mesmo com o trabalho das entidades que aí estão, representando tanto os MPER quanto os demais atores náuticos, certamente, ficará ainda pior sem eles.

Assim sendo, independente do bordo que se você se encontra no cenário náutico brasileiro, apoie-os!

E se não tá bom, sugiro respeitosamente que monte uma chapa e assuma a entidade para ver se melhora, mas o que não dá, é criticar sem nada fazer.

Esta é a minha modesta opinião sobre o atual cenário da representatividade do trabalhador do setor náutico brasileiro.

Bons ventos a todos.

Luiz Brites
instrução náutica

14/02/2017

FÓRUM NÁUTICO DE SÃO VICENTE -"NAVEGAR É PRECISO" - 1ª EDIÇÃO.

Em 11FEV17, na sede do Baia de São Vicente Iate Clube, no Município de São Vicente-SP, por meio de iniciativa da Secretaria de Turismo (SETUR) daquela municipalidade, foi instalado o Fórum Náutico "NAVEGAR é PRECISO" (1ª edição), com o objetivo de ouvir a comunidade náutica local e Região.

setur, navegar e preciso, nautica

Foto-Divulgação: Banner e Logo Oficial do evento - SETUR



BAIA SAO VICENTE, SETUR,

Foto-Divulgação Mesa de Honra do 1º Fórum Náutico - por Luiz Eiroz.


Sob a presidência do então secretário de Turismo, Dr. Henrique Adhemar Marques Junior (médico e músico), várias autoridades (civis e militares), diretores de entidades náuticas, marinheiros e proprietários de embarcações, deram suas contribuições aos temas suscitados, conforme seguem (em ordem alfabética):

- Educação Ambiental;
- Ponte Pênsil e o impedimento de tráfego de embarcações de esporte e recreio de médio e grande porte;
- Regulamentação da Profissão do Marinheiro de Esporte e Recreio;
- Segurança Pública;
- Serviços realizados pelo Baia de São Vicente Iate Clube (Sala-Rádio e Coleta de Lixo) e
- Turismo Náutico de Negócios, etc.
O referido evento não foi conclusivo e, portanto, segundo palavras do senhor secretário da SETUR de São Vicente, uma 2ª edição será realizada mediante ampla divulgação, conforme solicitação dos participantes.

Aliás, caso isso aconteça, certamente, um número maior de navegadores de esporte e recreio comparecerá. 

Na minha opinião, esse Fórum Náutico sinaliza a preocupação do governo municipal e das entidades náuticas de São Vicente e Região, sobretudo, quanto a sustentabilidade do turismo náutico local. Apenas por isso, merecem total respeito, pois esta iniciativa expõe os problemas e provoca a discussão sadia e democrática, visando soluções aos problemas revelados.

Parabéns ao senhor navegador Reginaldo Rocha, atual Comodoro do Baia de São Vicente Iate Clube pela excelente recepção e, principalmente, por permitir a instalação desse importante evento náutico nessa respeitada entidade náutica vicentina.

Vamos aguardar a 2ª edição do Fórum NAVEGAR é PRECISO.


Baia Sao Vicente, Iate Clube, Forum

Foto: Luiz Eiroz - 1º Fórum Náutico NAVEGAR é PRECISO.


Bons ventos.


Luiz Brites

instrução náutica


20/09/2016

SINTAGRE - SINDICATO DOS TRABALHADORES AQUAVIÁRIOS DE GUARUJÁ E REGIÃO.

Na década de 90, eles foram AMER (Associação dos Marinheiros de Esporte e Recreio).

Em 2004, eram a AAMCASP - Associação dos Arrais, Mestres e Capitães Amadores do Estado de São Paulo.


SINTAGRE, LUIZÃO, LUIZ CARLOS PONTES, ALUISIO
Diretoria SINTAGRE na reunião de Fundação.

De lá pra cá, foram inúmeras batalhas travadas no campo privado e público em prol do Marinheiro de Esporte e Recreio.

SINTAGRE, LUIZÃO, LUIZCARLOS PONTES
Diretoria SINTAGRE no gabinete do deputado Jilmar Tatto
O foco era os marinheiros do litoral paulista, mas, acabou que conquistaram, junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o reconhecimento profissional da categoria em todo o Brasil, pois, em 2006, o SINTAGRE convenceu os auditores da CBO - Classificação Brasileira de Ocupações, de que o Marinheiro de Esporte e Recreio realiza muito mais operações (a bordo de uma embarcação) do que os próprios aquaviários, reconhecidos como profissionais, pela LESTA e o seu Regulamento - RLESTA.

Mas não parou por aí, o SINTAGRE também provocou o reconhecimento profissional dos Marinheiros Auxiliares de Convés (MAC) junto ao MTE/CBO.

SINTAGRE e CBO - Na luta também pelos Aquaviários.
A partir daquele ano, os Marinheiros de Esporte e Recreio, podem e devem ser registrados na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) nesta condição por meio da CBO 7827-25 e, não mais, como domésticos (jardineiros, motoristas, etc.).

De lá pra cá, o SINTAGRE, assessorou várias lideranças de marinheiros, inclusive, AMERB e AMPERS.
Paralelamente, o SINTAGRE, atua diariamente, em parceria com as assessorias dos parlamentares apoiadores da luta da categoria, na aprovação do Projeto de Lei Substitutivo aos PLs nº 5812/13 e o PL 6106/13, fato capitaneado pelo deputado federal João Paulo Papa.
LUIZÃO (presidente SINTAGRE) e Diretoria na sede da SUPMAR
c/ dep. federal João Papa em 02/05/16
Além disso, a entidade liderada desde a sua fundação pelo Capitão Luiz Carlos Pontes, promove cursos de capacitação, especialização, media conflitos entre marinas e marujos e intercede por eles na Capitania dos Portos de São Paulo na realização de cursos de formação e assuntos correlatos.
Prova de Radiotelefonista ANATEL - Curso promovida pelo SINTAGRE

CURSO DE MECÂNICA BÁSICA DE MOTORES DIESEL
PROMOVIDO PELO SINTAGRE E VOLVO PENTA DO BRASIL

Enfim, o SINTAGRE tem demonstrado inexoravelmente que é o legítimo representante dos Marinheiros Profissionais de Esporte e Recreio , não apenas do estado de São Paulo, mas, do Brasil.


Siga o SINTAGRE no Facebook click aqui.

Bons ventos e mar calmo a todos.

Luiz Eiroz
instrucao e assessoria náutica.
(13) 996808701

16/09/2016

AMPERS - Associação de Marinheiros de Esporte e Recreio do Sul.


AMPERS, ASSOCIAÇÃO DE MARINHEIROS DO SUL, SANTA CATARINA
LOGO/AMPERS - ASSOCIAÇÃO DOS MARINHEIROS PROFISSIONAIS DE ESPORTE E RECREIO DO SUL



A AMPERS, tem sede no Estado de Santa Catarina e foi fundada por um grupo de Marinheiros Profissionais de Esporte e Recreio da região, com o objetivo de promover cursos náuticos e apoio social aos seus associados.

Em pouco tempo de atividade representativa, a AMPERS já promoveu diversos cursos de especialização profissional (GPS, Primeiros Socorros, etc.).

AMPERS, ASSOCIAÇÃO DE MARINHEIROS DO SUL, APH
AMPERS - CURSO DE PRIMEIROS SOCORROS - REMOÇÃO PADIOLA

AMPERS, ASSOCIAÇÃO DE MARINHEIROS DO SUL, CURSOS EM SANTA CATARINA
AMPERS - CURSO DE PRIMEIROS SOCORROS - ANÁLISE PRIMÁRIA

ARRAIS AMADOR, NAVEGAÇÃO, MESTRE AMADOR, PRIMEIROS SOCORROS
AMPERS - CURSO DE GPS

Portanto, a AMPERS (Santa Catarina), o SINTAGRE (Guarujá/SP) e a AMERB, (com Salvador/Bahia), representam os Marinheiros Profissionais de Esporte e Recreio do Brasil.  

Parabéns a todos! 

Luiz Eiroz
instrução e assessoria 
Cel/Whats (13) 99680-8701

(fotos/Divulgação Facebook da AMPERS)